Auxiliares de enfermagem / técnicos de enfermagem

Desde que fui operado para implantação de marcapasso acerca de sete meses, estou sendo assistido por auxiliar de enfermagem / técnico de enfermagem cedido pela homecare do meu plano de saúde (Classes Laboriosas). Esse atendimento pode ser de 24h todos os dias, contando com quatro auxiliares se revezando a cada 12h, porém, apesar destes serem pessoas maravilhosas e excelentes profissionais, esse fluxo diário de pessoas diferentes pode acabar se tornando um pouco incômodo, afetando a privacidade, etc. Uma sugestão é ver a possibilidade de ficar apenas um único auxiliar durante 12h todos os dias (da 7h às 19h), vindo apenas outro quando aquele pedir folga.

Uma resposta

  1. Estevão Augusto disse:

    Anônimo disse…
    Estevão, meu plano de saúde nem sequer cogita em fornecer homecare de qualquer tipo. Mas para nós, um auxiliar é essencial. Qual seu plano de saúde?

    Abraços
    Marcelo
    21 de setembro de 2008 10:31

    Estevão Augusto disse…
    que chato isso… nem se você solicitar a troca de categoria?
    é a classes laboriosas.
    abraços.
    21 de setembro de 2008 16:36

    maria disse…
    Você tem sorte! A maioria dos planos de saúde só oferecem o homecare por 3 meses. É uma luta par
    a renovar e fatalmente acaba na justiça.
    23 de setembro de 2008 00:30

    Estevão Augusto disse…
    puxa, não sabia disso… que absurdo!
    23 de setembro de 2008 15:51

    Anônimo disse…
    Ué, não entendi. O que é isso de mudar de categoria? O que é isso de “classes laboriosas”. Meu plano nem sequer cogita de fornecer home care 🙁

    Marcelo
    23 de setembro de 2008 17:28

    Estevão Augusto disse…
    É que às vezes dentro do convênio pode haver vários níveis de categorias ou planos, por exemplo, um nível permite internação em tal hospital e outros níveis em tais hospitais, o mesmo ocorre com os serviços prestados, eu acho…
    classes laboriosas é o meu convênio: http://www.classeslaboriosas.org.br
    24 de setembro de 2008 15:52

    Anônimo disse…
    Ok, entendi. De qualquer maneira, seu plano é ótimo ! Planos a preços médios e que incluem home care como o seu são raridade 🙂

    Abs
    Marcelo
    25 de setembro de 2008 13:18

    Estevão Augusto disse…
    pois é, eu estou super satisfeito com eles…
    abraços.
    25 de setembro de 2008 14:58

    Anônimo disse…
    BRASIL PAÍS DA IMPUNIDADE
    Lei Maria da Penha
    Lei da Humanidade e do Respeito

    A inexplicável postura da enfermeira Sra. Fernanda Freire da Emergência Adulta do Hospital Geral Roberto Santos ficou por isto mesmo: ou seja: quando ela disse que auxiliar e técnico de enfermagem não têm valor algum, nada foi feito, indagada e nenhuma postura e direção tomada para que haja respeito diante da posição dos profissionais de saúde do nível médio que tanto faz pelos pacientes. O descaso da direção de enfermagem do HGRS fica histórico.
    Independente do ocorrido entre a técnica Andréa Nascimento e a enfermeira Fernanda Freire, a situação deixa-nos algumas direções deprimentes neste país da impunidade. Um país que não respeita o ser humano, o profissional seja de qual nível for.
    O que vale não é a competência técnica, a educação familiar e sim quem bajula mais os coordenadores, as chefias. Quem entrega melhor seus colegas para ganhar simpatia da chefia e normalmente à sentença, como diz a enfermeira Fernanda Freire é terrível. Muda-se profissional de setor para outro “pesado” por antipatia pessoal. Tudo é respaldado sobre um alicerce de falta de respeito, maldade, desumanidade. Quem não colabora com fofocas e bajulações diante das chefias é “carta fora do baralho”. O contexto é: TEM QUE SE HUMILHAR!
    Além da discussão onde se ouvia mais a voz da enfermeira diante de uma platéia de acompanhantes e doentes acordados às 06:15 horas da manhã devido a um bate-boca vergonhoso, tudo ficou por isto mesmo. Nós, auxiliares e técnicos de enfermagem somos uma classe sem nenhum valor. Estamos literalmente exercendo a função para limpar sujeira, porcarias.
    Numa equipe de trabalho deve ter como base o respeito acima de tudo humano, mas no HGRS isto não passa de conduta desnecessária, dispensável.
    E fica-se por isto mesmo. No mínimo o COREN-BA deveria pedir desculpas aos auxiliares e técnicos de enfermagem pela postura da enfermeira nível universitário, lembrando que hoje todo mundo faz faculdade e educação básica, familiar vem de berço e independe de classe social, cultural, acadêmica.
    Houve o entrevero vergonhoso entre as duas profissionais e toda uma classe foi discriminada e ofendida e o COREN, Sindsaúde Bahia e a diretoria do HGRS não fizeram. E no caso dos dois primeiros achamos que o que interessa é a contribuição anual e sindical dos idiotas por que na hora de tomar partido e haver justiça fala mais alto a condição acadêmica do indivíduo.

    O enfermeiro desempenha papel importante em relação à planificação do cuidado executado pelos técnicos e auxiliares de enfermagem. Ele é o elo integrador que garante o cuidado prestado. Este cuidado deve ser encarado como um valor ético, respeitando a dignidade dos pacientes, protegendo e preservando sua segurança. O conhecimento científico e as habilidades manuais só serão considerados efetivos se, junto à eficiência, houver sensibilidade e humanização. Mas que está ao lado do paciente somos nós, auxiliares e técnicos.
    E para sermos sinceros não sabemos por que não se proíbe a realização de cursos de auxiliares e técnicos de enfermagem por que a tendência é a extinção destes cargos baseados em que há tantos graduandos em enfermagem que o mercado de trabalho não irá ter necessidade de técnicos e auxiliares em hospitais. Todos os semestres verdadeiras e literalmente caçambas de enfermeiro são jogados da faculdade para os hospitais. Hoje a “coisa” mais fácil é formar-se em enfermagem. Por que não se proíbe a realização dos cursos médios? Para algumas pessoas ganharem dinheiro com estes cursos em extinção?
    Toda a equipe de HGRS de Auxiliares e Técnicos de Enfermagem merecia no mínimo um pedido de desculpa da referida enfermeira, NÍVEL NU, enfermeira padrão.
    É melhor haver uma reflexão sobre o relacionamento interpessoal no nível médio de enfermagem e a sua importância no desenvolvimento das ações assistenciais e o nível universitário destes profissionais.
    Atualmente observa-se uma predominância na formação dos profissionais de enfermagem no aspecto instrumental, em detrimento do expressivo. A enfermagem no Brasil passou a desvalorizar o cuidado humano, a relação harmoniosa e respeitosa da equipe. E também se atendendo a uma ideologia de cura. As ações curativas ocupam a maior parte das atividades, utilizando-se tecnologias cada vez mais sofisticadas.
    A enfermagem é exercida por profissionais com formação universitária que são os enfermeiros, e por profissionais de nível médio, que são os técnicos e auxiliares de enfermagem.
    Pelo que notamos aos enfermeiros tem cabido a esfera do saber e, ao pessoal de nível médio, o fazer. Mas na prática a realidade é outra. Tem cada enfermeiro de nível universitário que nem uma boa grafia de português tem para não mencionar o resto, a começar pela postura ética diante de pacientes e acompanhantes.
    É nossa proposta de fazer uma reflexão sobre o relacionamento interpessoal da equipe de enfermagem.
    Os enfermeiros entendem que os trabalhadores de nível médio, oriundos em sua grande maioria de classes sociais menos favorecidas, recebem o mínimo necessário para executar tarefas. Constata-se assim uma contradição na divisão de trabalho da enfermagem, pois se prega sempre maior e melhor qualidade da enfermagem de nível NU e não da assistência de enfermagem do nível médio quem é quem executa as os procedimentos, quem está atenta aos detalhes da evolução do quadro clínico do paciente, mas mesmo assim é o menos qualificado e não tem valor algum.
    Os profissionais de nível médio de enfermagem pensam, agem, buscam melhor capacitação profissional, e que dentre as funções da escola, uma é preparar o aluno para procedimentos técnicos e outra é participar da formação do cidadão, pois o ensino deve ser visto pelo indivíduo como um facilitador da sua inserção na sociedade.
    O enfermeiro deve preparar sua equipe para que todos atuem dentro da mesma linha de conduta com o paciente. Orientá-los e supervisioná-los como seres humanos, de maneira compreensiva e responsável, é um modo de ensiná-los como tratar o paciente. Se o enfermeiro valoriza a atenção individual e o respeito às necessidades do paciente, certamente instruirá seu pessoal neste sentido e valorizará as comunicações de cada um sobre suas impressões e preocupações com o estado do paciente (Furegato, 1999).
    As ações de cuidar propiciam que cuidadores e pacientes interajam. Esta interação parece tornar-se cada vez mais impessoal, breve e formal. Muitas vezes os procedimentos realizados ocorrem de forma mecanizada e rotinizada, sendo comum o fato de muitos profissionais não saberem como iniciar uma conversação e como mantê-la de forma criativa e adequada.
    A distinção gera esse tipo de preconceito, o que leva esses profissionais a se sentirem de segunda categoria.
    Obrigado representantes do COFEN na Bahia, Sindsaúde Bahia e a direção de enfermagem do HGRS. Se o técnico de enfermagem errou que seja advertida de uma forma discreta e educada e não expondo a profissional e toda uma equipe e o pior NINGUÉM e NENHUMA INSTITUIÇÃO tomou uma providência. Merecemos um pedido de desculpas da enfermeira Fernanda Freire, é o mínimo que ela poderá fazer e não continuar a algumas pessoas afirmando que ela é assim mesmo: “retada”!!! Bela educação doméstica.
    O COREN-BA e o COFEN só lembram dos auxiliares e técnicos de enfermagem para cobrança da anuidade. Na verdade representam os enfermeiros NU. Os políticos esquecem que irão precisar de nós, não nos ajudam nem no mínimo do mínimo. O Sindsaúde-Bahia trabalha sob censura de matéria escrita. Se não for prejudicar a eles e quem quer seguir na direção politiqueira, segue na direção de quem manda mais.
    Deixará de existir auxiliares e técnicos de enfermagem baseados que estamos observando a superpopulação de enfermeiros graduados e graduandos, e aí é que queremos ver.
    Lamentável!

    Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do HGRS

    domingo, 8 de março de 2009
    8 de março de 2009 09:43

    Řėņăŕđ ďĕ Ĝłāĉě disse…
    Caros, colegas compartilho com vocês a indignação pela trato desrespeitavel advindo desta enfermeira,porém alerto a todos vocês que se houver uma ou mais testemunhas,pode-se abrir um inquérito administrativo,além de providos de provas legais encaminharem uma representação junto ao cofen,visto ter havido uma falta de ética grave,que pode gerar uma repreenção ou até afastamento temporario,alem de outras penas previstas no código de ética.
    17 de julho de 2009 01:09

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